22/03/2017

Update de mercado

Não tenho pica nenhuma para este tipo de post mas tenho de os fazer: são aqueles que vocês, aí desse lado, a ler, mais gostam. É o que diz a estatística! E temos de a respeitar, não é verdade? Vamos lá então.

O atual campeão do Mundo, John John Florence caso não saibam, renovou contrato com a Hurley por mais oito anos, recebendo em troca 30 milhões de dólares. Não sei se este valor contempla a concretização de todos os objetivos propostos ou é o salário base. Seja como, fora, porra que é muita guita. (Fonte)

A WSL perdeu a Samsung... E, ainda não anunciou ninguém para substituir o lugar vago. Contudo, celebrou acordos até agora inexistentes com a Visa e o Facebook. (Fonte e fonte).

A australiana Sally Fitzgibbons saiu da Piping Hot e agora alterna entre ter o nose das suas pranchas em branco ou com o url do seu mais recente projeto, o site e app Train Like Sally. (Fonte).

Ainda nas miúdas, a havaiana Malia Manuel saiu da O'Neill e foi para a Lululemon, que também apoia (apoiou?) a brasileira Maya Gabeira. (Fonte).

O Parker Coffin, irmão do Conner, saiu da Volcom. (Fonte).

Em Portugal, o João de Macedo regressou à Reef. (Fonte).

Já o José Ferreira, vice-campeão nacional (!), nunca teve a prancha tão branca, o que, se me permitem, é algo lastimável. Felizmente, do que já se pôde ver, está com boas pranchas debaixo do pé. Ao menos isso! E está com boa karma na sua área.

Ainda no nosso canto, o nose do Filipe Jervis, que até agora estava ocupado pela Ericeira Surf Shop (ou Surf & Skate, como preferirem), está também vazio. (Fonte).

Também em branco continuam as pranchas dos campeões nacionais (!!!) Pedro e Carol Henrique.

Por último, na prancha do Tiago Pires, já não vejo o logo do MEO ou Moche, mas não sei se isto significa alguma coisa ou não. (Fonte.)

Depois de já alguns anos a olhar para a indústria do surf, confesso que não me lembro de alguma vez ter visto um cenário tão negro ou, melhor dizendo, branco.

Que venham melhores dias!

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