18/05/2017

Made In Portugal: Filipe Jervis e Onf..White Flag Productions!


Timing | Pursuing Fine Art from White Flag Productions on Vimeo.

Porque há que celebrar o que é feito de bom em Portugal e não apenas no mítico lá fora, não percam o novo clip do Filipe Jervis. A SURFPortugal diz que é o novo paradigma dos clips de surf em Portugal e eu, arrisco dizer que se alguém, em conversa com amigos, disser que este é o melhor clip de surf alguma vez feito no nosso país, esse alguém não vai ficar mal na conversa.

Entre este e aquele clip do Frederico Morais, venha o diabo e escolha, mandem uma moeda ao ar, zerinho ou um, par ou ímpar, o que quiserem.

Isto é à séria.

AH, só uma nota: o Filipe Jervis não tem patrocinador principal.

10/05/2017

A cada novo vídeo, uma onda melhor?


Wavegarden Cove 2017 (5 min) from wavegarden on Vimeo.

Ainda assim, esta onda não parece tão perfeita e parece mais parecida com o Mar, o que acaba por ser esquisito, uma vez que o objectivo das piscinas de ondas é (devia ser?) criar ondas perfeitas sem parar, não? Depois, ainda se nota bastante o efeito do vento, mas suponho que isto seja de resolução fácil, tapando a piscina por algum tipo de infraestrutura. Mas, assim, não ficaria tão comercial, não é? Ficaria mais tipo parque de diversões ou skatepark indoor.

E a quantidade de cidades que vão receber esta tecnologia?! Caramba!

22/03/2017

Alex Gray e Anthony Walsh no Alaska

Confesso que não sou muito fã de edits completos em GoPro mas, enfim, vou deixar passar este caso porque as ondas são boas, o Alex Gray e o Anthony Walsh ensinaram pessoas a fazer surf e a dar high fives, apanharam muitos tubos simpáticos e, verdade seja dita, parecem ser dois tipos porreiros. De qualquer forma, recomendo um fast forward de vez em quando.

Update de mercado

Não tenho pica nenhuma para este tipo de post mas tenho de os fazer: são aqueles que vocês, aí desse lado, a ler, mais gostam. É o que diz a estatística! E temos de a respeitar, não é verdade? Vamos lá então.

O atual campeão do Mundo, John John Florence caso não saibam, renovou contrato com a Hurley por mais oito anos, recebendo em troca 30 milhões de dólares. Não sei se este valor contempla a concretização de todos os objetivos propostos ou é o salário base. Seja como, fora, porra que é muita guita. (Fonte)

A WSL perdeu a Samsung... E, ainda não anunciou ninguém para substituir o lugar vago. Contudo, celebrou acordos até agora inexistentes com a Visa e o Facebook. (Fonte e fonte).

A australiana Sally Fitzgibbons saiu da Piping Hot e agora alterna entre ter o nose das suas pranchas em branco ou com o url do seu mais recente projeto, o site e app Train Like Sally. (Fonte).

Ainda nas miúdas, a havaiana Malia Manuel saiu da O'Neill e foi para a Lululemon, que também apoia (apoiou?) a brasileira Maya Gabeira. (Fonte).

O Parker Coffin, irmão do Conner, saiu da Volcom. (Fonte).

Em Portugal, o João de Macedo regressou à Reef. (Fonte).

Já o José Ferreira, vice-campeão nacional (!), nunca teve a prancha tão branca, o que, se me permitem, é algo lastimável. Felizmente, do que já se pôde ver, está com boas pranchas debaixo do pé. Ao menos isso! E está com boa karma na sua área.

Ainda no nosso canto, o nose do Filipe Jervis, que até agora estava ocupado pela Ericeira Surf Shop (ou Surf & Skate, como preferirem), está também vazio. (Fonte).

Também em branco continuam as pranchas dos campeões nacionais (!!!) Pedro e Carol Henrique.

Por último, na prancha do Tiago Pires, já não vejo o logo do MEO ou Moche, mas não sei se isto significa alguma coisa ou não. (Fonte.)

Depois de já alguns anos a olhar para a indústria do surf, confesso que não me lembro de alguma vez ter visto um cenário tão negro ou, melhor dizendo, branco.

Que venham melhores dias!

21/02/2017

Vídeos

Não sei o que se passa no mundo do surf mas, ao contrário do que aconteceu nos últimos dois (três anos?), só em 2017 saiu um número de vídeos de surf de qualidade a que não estou habituado. Ou andei desatento ou...estes são mesmo porreiros.

Digam-me vocês.




Dream Bars from Perry Gershkow on Vimeo.


Portfolio: Basque Country and Beyond with Pacotwo from The Surfer's Journal on Vimeo.

17/02/2017

Owen 2.1: vai mesmo competir

Uma publicação partilhada por Rip Curl Australia (@ripcurl_aus) a

Depois da história toda, que podem ler nos artigo em baixo, parece que Wright está mesmo de volta. A WSL e a Rip Curl confirmaram que o surfista australiano vai competir no QS 6000 de Newcastle e, dependendo de como se sentir, poderá mesmo aceitar o wildcard para competir na temporada de World Tour deste ano.

E até já começam a sair imagens dele a treinar...

14/02/2017

Mick Fanning, o domador de cobras



Se souberem onde fica esta onda, chamada The Snake... Não digam a ninguém.

02/02/2017

Owen Wright 2.0?

Foto: Corey Wilson/Rip Curl

A história? Aqui a tens.

No dia 9 de Dezembro de 2015, Owen Wright foi hospitalizado na sequência de uma surfada em Pipeline, que se apresentava com condições pesadas. Se sofreu um wipeout ou levou com várias ondas na cabeça que o deixaram mal-tratado, como alguns apontam, não se sabe. Testemunhas dizem que Owen saiu sozinho de dentro de água, ainda que um pouco tonto e atordoado. Na altura, Wright terá ignorado estes e outros sintomas (cansaço e dificuldade em falar) mas, depois de uma sesta e passadas algumas horas, a ressaca da situação era tão aguda que o surfista teve mesmo de ir para um hospital, tendo um ambulância ido buscá-lo à casa da Rip Curl, onde estava hospedado.

O diagnóstico foi uma concussão grave com uma pequena hemorragia cerebral. Traduzido por miúdos, uma pancada valente numa zona extremamente sensível. Não participou no Pipeline Masters e viria a retirar-se de todas as competições de 2016. O que levou à lesão, como esta realmente aconteceu, como foi tratada, o processo de recuperação e o possível regresso ao surf, são assuntos cobertos em alguma névoa, a que, por sinal e infelizmente, o mundo do surf já nos foi habituando. Os rumores abundam. Aos longo dos meses, Wright fez vários updates e, em Julho passado, disse na rede social instagram que tinha ultrapassado uma etapa difícil na recuperação e estava de volta às shortboards. Em Março, tinha já partilhado uma imagem em que revelava estar de volta ao surf.

O que podemos dizer com certeza é que, durante desta paragem competitiva, Owen foi pai e viu ainda a sua irmã, Tyler, ganhar o WWT e ser campeã do Mundo. Parece estar feliz.

Outra coisa que parece estar é... De volta. Na semana passada, foi revelado que o australiano se tinha inscrito no Surfest 2017, evento de categoria 6000 do WQS. À Stab Mag, Glenn Hall, treinador de Tyler e, no artigo, referido como sendo o treinador de Owen (o que é uma novidade), disse que o surfista quer apresentar-se em Newcastle para competir mas "que ainda não está realmente pronto", afirmando ainda que Wright está a progredir lentamente no sentido de um regresso, sendo que não há data prevista para isto acontecer. "Ele está a surfar e a treinar e está realmente feliz, o que é bom" disse ainda Hall.

São óptimas notícias que, aliadas a esta publicação no site da Rip Curl intitulada "Os novos começos de Owen Wright", reforçam a ideia de um possível regresso à competição por parte de um dos favoritos do público português desde os tempos áureos do Rip Curl Pro Search de 2009, em Peniche, Portugal.

Uma passagem a destacar: "Ah, I’m loving it! I’ve been in the water every day, training and just enjoying getting wet. I feel really healthy, which is epic.".

Bem mais optimista que o texto de antecipação da temporada de circuito mundial de 2017 publicado no Surfline com autoria do habitualmente bem-informado jornalista australiano Nick Carroll, no Surfline: "There is absolutely no way I or anyone else should burden Owen with expectations, even if he takes up the seed offer. Every wave this guy rides from now on is a plus".

Esperemos que as notícias sejam, de facto, as melhores e que Owen regresse ao circuito que o celebrizou, mostrando uma vez mais por que razão era (é?) apontado como um dos favoritos ao título mundial de surf.

Caso se confirme o regresso, pode dizer-se que Wright escapou por pouco a uma bala de canhão e que se vai apresentar numa versão 2.0. Força, Owen!

06/01/2017

E mais um update!

Não disse que o fim do ano/início do ano ia trazer novidades? Quase dá para cheirar a tinta das canetas usadas na assinatura dos novos contratos... E ouvir as lágrimas daqueles que ficam de caneta na mão, à espera que alguma coisa passe na secretária. Novamente, a fonte de boa parte disto é a Stab. Aqui vamos:

- Há (finalmente?) saídas na Hurley. Miguel Pupo e Conner Coffin não viram os seus contratos renovados. Surpreende-me o caso deste último, contudo, se pensarmos nas atualizações de contrato e bónus do John John, até faz sentido. Diz a supra citada revista australiana que Coffin pode juntar-se à Rip Curl, o que poderão ser más notícias para Dillon Perillo. Ainda sobre o homem de Santa Barbara, suponho que faça sentido para a marca tendo em conta que Coffin é o terceiro (quarto) americano da Hurley na equipa, depois de JJF, Kolohe Andino (e Filipe Toledo, que vive na Califa). Se o Nat Young não tiver saído da equipa, imagino que seja apenas porque tem mais tempo de contrato. É que se o Coffin "merece" sair, Young até do Tour caiu... 

- Nos putos, os irmãos Kyuss e Ras King, que eram da Volcom, passaram a ser patrocinados head to toe pela Vans, que já lhes vestia os toes. O puto Beschen, Noah, passou para a RVCA.

- O Noa Deane foi mesmo para a Volcom, saindo da Rusty. Esta última, por sua vez, foi buscar o Harry Bryant (quem?).

Pouco, eu sei, mas desconfio que ainda anda aí qualquer coisa a ser cozinhada...