23/01/2016

#TOURNOTES: John John Florence vs Waimea Bay


#Tournotes : JJF Waimea talking points from STAB on Vimeo.

Globe renova contratos e assina com mais um

A Stab (quem mais?) é que o diz. A Globe, que por sinal é uma das marcas mais cool em termos visuais mas que cujo produto nunca me convenceu, revalidou contratos com as primadonnas do freesurf Noa Deane, Creed McTaggart e Brendon Gibbens. A estas renovações junta-se ainda a contratação Eric Geiselman, freesurfer que pode ser considerado a resposta norte-americana àqueles, ainda que com muito menos sucesso - o que pode estar prestes a mudar.

Como sempre, não é só no futebol que Janeiro é mês grande para mexer no plantel...

22/01/2016

Nike SB Warehouse is a yes



Acredito que um dia as marcas de surf, seja lá o que isto for que não se distinguem umas das outras, também poderão ter as suas ondas, à sua medida, para a sua equipa.

19/01/2016

Agora a sério, isto é muita bom

Eu sei que digo isto algumas vezes mas, por favor, aceitem mais esta. Finalmente, um vídeo que me dá vontade de fazer surf! Um vídeo que me entusiasma! Um vídeo com personalidade! Um vídeo com surf de muita qualidade! Um conteúdo fantástico! Duas versões! Uma, corpo, excelente! Outra, rebel, excelente! Reparem, é rebelde, é irreverente, tem gozo e não é mais uma daquelas cenas hipsters filmadas com uma Super 8 e com as cores todas fudido-saturadas! E temos o DANE! E temos o Kolohe! E o noa. Muito, muito bom. Assim vale a pena.

SCORCHED from STAB on Vimeo.

16/01/2016

A tempestade Alex afinal era outra

O português Alex Botelho a representar Portugal em Jaws, na sessão de ontem, dia 15, que está a ser nomeada como a maior de sempre na remada.

Vejam a sessão toda, num resumo do Surfline, aqui. O melhor resumo, na minha humilde opinião, é da Surfer e está aqui.

Foto: Ryan Moss/Surfline


Foto: Bielmann/Surfer Mag




09/01/2016

O outro lado da #BrazilianStorm: Ítalo Ferreira assina com a Billabong



Fantástica notícia. Merecido. Uma óptima plataforma para um futuro que espero que seja brilhante. E, finalmente, a Billabong volta a ter lugar de destaque no Tour (equiparando-se à Hurley e à Rip Curl que têm dominado o circuito). Joel Parkinson, Taj Burrow, Ítalo Ferreira, Jack Freestone e Ryan Callinan. Que equipa!

Que, apesar do contrato, o Ítalo continue a estar tão esfomeado por sucesso como em 2015. Não te encostes a isto, Ítalo, o futuro é teu!

06/01/2016

Kelly Slater x Maui



Como o tipo que mais quero ver a fazer um vídeo de surf para a net nunca mais o faz, tenho de me contentar com isto.

04/01/2016

Um par de desilusões

Há algum tempo já que ando para fazer uma publicação deste género, ainda que, mesmo agora que a escrevo, não saiba em que formato vai sair. Frases terá, cabeça, corpo e membros é que já não sei. 

A verdade é que o assunto não é nada de mais, trata-se apenas de uma mera constatação das duas maiores desilusões que tenho quanto a surfistas que chegaram ao Tour, carregados de promessa, levados ao topo por um brilhante plano de marketing e com uma forte reputação assente em vitórias e vídeos, e nada fizeram (ou continuam a não fazer).

Sinto que escrever apenas os seus nomes já fazia uma boa parte do trabalho mas, enfim, não é para isso que aqui andamos, certo? De qualquer forma, aqui vão eles. Malia Manuel e Dusty Payne. E atenção que a ordem não se deve a cavalheirismo, antes sim à suspeita de que quem dera a Payne ter a carreira da sua compatriota.

O Dusty era uma estrela de filmes. Modern Collective, Lost Atltas, os vídeos do Julian Wilson, enfim. O que ele mostrava em vídeo é inigualável e digo-vos mais, ainda hoje estou para ver aéreo mais espontaneamente técnico que o deste havaiano no fim do Lost Atlas: um aéreo reverse estratosférico, em cima da areia, mas onde a rotação surge atrasada, ao melhor jeito late do skate. Talvez a propensão para este tipo de manobra justifique a sua carreira atormentada por lesões e, por extensão, a falta de resultados no World Tour. Ainda assim, custa-me a aceitar. Trata-se de um tipo que em vídeos se mostra ímpar mas que no World Tour não conseguiu fazer melhor que um 24º lugar no ranking, no seu ano de estreia. Saiu do circuito em 23º no ano de 2013 e voltou em 2015, quando ficou em 36º, caindo novamente para o circuito de qualificação, ficando por saber se vai tentar a qualificação pela terceira vez. O seu melhor resultado num evento do Tour foi em 2011, em Snapper Rocks, onde obteve um 5º lugar, sem fazer um score melhor que 14.07. Da sua passagem pela elite lembro-me de em Rincon, Bells, ter feito uma manobra fantástica, a chutar o tail e rodar a prancha, enfim, coisa de filme.

A Malia Manuel é um caso diferente. Teve, naturalmente, uma carreira de sucesso na NSSA e restantes circuitos júniores mundiais, competindo ao lado da Carissa Moore, Coco Ho, Alana Blanchard, Sage Erickson e afins. Contudo, teve a sua revelação mundial muito mais cedo que as demais, ao vencer o US Open Of Surfing com apenas 14 anos em 2008. Era a next big thing do surf mundial. Um ano depois, repetia a presença na final, ficando desta vez em 2º lugar, atrás de Courtney Conlogue. Só em 2011 se volta a ouvir falar de Manuel e, claro, pelos melhores motivos: varre o circuito de qualificação, qualificando-se com facilidade e antes do fim da época para o WWT de  2012 e, mais importante, é uma das estrelas de Leave a Message, o filme só com miúdas da Nike 6.0, marca já defunta (lá em baixo, a partir dos 1:30). Quem não sabia quem era, ficou a saber: a havaiana mostrou-se novamente ao mundo de tail solto, pauladas veriticais de backside e bonito sorriso. A estrela do filme é, claro, Carissa Moore, mas Malia aparecia num sólido segundo lugar qualitativo da produção cinematográfica. Pena que a sua carreira, tal como a de Dusty, tenha seguido outro caminho. O seu melhor resultado num evento do Tour foi um 2º, na época de estreia, mas no ano seguinte ficou fora dos lugares de qualificação e teve de usar o ranking do WQS para se manter entre a elite em 2014. Fez-lhe bem o susto pois foi nesse ano que conseguiu o seu melhor ranking de sempre, 5º. Mas foi sol de pouca dura em em 2015 ficou no WWT por uma unha negra.

Pelo surf que mostravam antes de chegar à elite e o que prometiam, via no Dusty um candidato ao top 10 (e, com sorte, ao top 5) e na Malia uma candidata a um título mundial (ainda que com poucas chances de o ganhar. Olá, Steph! Olá, Carissa!). Hoje, Payne é estrela de Psychic Migrations, filme da Volcom (ali em baixo), e gostava de o ver dedicar-se a este tipo de coisa e parar de usar o seu tempo numa coisa para a qual não foi talhado. Já Malia, arrisco dizer que o seu lugar ao sol já vai longe e espero dela a luta pela permanência contra algumas surfistas melhores e outras que apenas sabem competir melhor que ela.

Próximo Parko...ou próximo Taj?


December 15' from Julian Wilson on Vimeo.

01/01/2016