28/11/2015

Paparuco do teclado ou #hatersgonnahate número 1

Tentei sempre incentivar uma discussão saudável no blog e tive a preocupação de manter aqui um registo saudável, amigável e de abertura para que qualquer pessoa pudesse comentar - e pode. Visto que há quem tome a liberdade de desrespeitar este ambiente, eu tomo a liberdade de mostrar, porque nem sempre são visíveis, os comentários dessas pessoas. Assim podemos todos divertir-nos! E, acreditem, eu divirto-me com isto. Se quiserem criticar-me, força, façam-no, porque esses comentários são bem-vindos. Mas se querem resposta, assinem. Regra básica da internet.

Autor: pixamaiorcatua

Poesia: Diogo deixa de tentar ser o Lewis Samuels, não chegas lá. Mantem-te a fazer o que sabes, falar na webcast pois mesmo dando um tiro ao lado a cada 3 frases fazes um bom trabalho. Agora, por mais que tenhas lido sobre surf a verdade é que nao viveste o surf até à pouquissimos anos atrás. A tua opinião é merda e mesmo tentando chamar atenção a ti e ao teu blog a tentar criar polémica, continuas a ser um puto mediocre a dizer merda para um blog que 10 pessoas veem...




25/11/2015

Bruce Irons assina com a RVCA

Se, e apesar da crise de 2008, precisarmos de uma prova de que os mercados, essa entidade metafísica, funcionam de uma forma suis generis, aqui está ela. A Stab noticia esta quarta-feira que a RVCA acaba de juntar Bruce Irons às suas fileiras. O irmão caçula de Andy nem dois meses ficou de nose em branco e esta assinatura mostra que o seu nome e estatuto (aparentemente) ainda têm valor na indústria do surf.

Tirando mexer um bocadinho com o meu texto do outro dia até fico contente por ele. Fica só a faltar tirar um resultado no Pipe Masters, evento para o qual, recordem, acredito que não devia ir ter entrada directa (como dizia o Ivo no Twitter, um wildcard para os trials bastava) para arruinar de vez com a minha carreira no surf.

#prayfordiogo

Será que o Bruce lê o Como É Que Está o Surf? Foto: STAB

24/11/2015

Por favor qualifica-te

Ryan Callinan at home from Jack Taylor on Vimeo.

The Inertia's HEADSPACE: Dane Reynolds

Desculpem mas não faz sentido o Bruce estar no Pipe Masters

Perdoem a minha insensibilidade mas lembram-se da última vez que o Bruce Irons fez alguma coisa digna de nota em competição?

Eu digo-vos.  Há 7 anos atrás. 2008, Indonésia, depois de ter anunciado a sua saída do World Tour. O Bruce estava farto daquilo. Queria fazer outras coisas. Estava farto da pressão. Nesse ano, já com o surfista decidido a pendurar as botas no fim da época, o Tour foi até um dos locais mais livres do mundo do surf e Irons estava em casa. E relaxado. Venceu a prova de forma categórica e teve a sua saída de sonho. Desde então, em competição, há pouco mais a mencionar. Desde 2008. 

No Pipe Masters desde que saiu? 17º, 37º, 37º, 37º, 25º. 
No Volcom Pipe Pro? 9º, 9º, 5º, 9º, 33º.
O ranking dele no WQS desde 2011? 337º, 231º, 250º e 343º.

Novamente, perdoem a minha insensibilidade e acrescento o pedido de não a tomarem como sendo um ódio pessoal. Eu vi o The Bruce Movie, o Dude Cruise e outros mais. Eu sei o surfista que o Bruce foi. E gostava dele! Bastante! Mas é isto mesmo, ele foi este surfista. Já não é. Há um motivo para que ele esteja de nose em branco e um Shane Dorian ou Rob Machado, não. As coisas mudam.

O que me leva precisamente ao ponto a que quero chegar. Como se explica a campanha nas redes sociais? E por que raio lhe vão dar o wildcard para o Pipe Masters? O que é que ele fez para o merecer? É que em competição, como já se viu, não foi de certeza que o fez. E no freesurf, bom, mostrem-me alguma coisa recente que tenha feito e que o Eli Olson ou o Koa Rothman não façam também.

E nem atirem a pedra do Andy, não façam isso. A prova ser em memória do tricampeão faz todo o sentido. O Andy venceu lá por três vezes e foi ali que se consagrou como lenda. Quem não se lembra das finais contra o Kelly? Além disto, a prova é do seu patrocinador de (quase) sempre, a Billabong. É um justa e merecida homenagem que o Pipe Masters aconteça em sua memória. Mas só isto é suficiente. Não temos de dar também o wildcard ao Bruce. 

Está na altura de seguir em frente. Aceitar que a carreira do Bruce chegou ao fim e que ele não vai voltar a ser o surfista que foi. Aceitar que o tempo passou. E aceitar que o Andy já não está connosco. E parar de querer ver no Bruce o seu irmão. O surf do irmão. Os feitos do irmão. O domínio do irmão. Libertá-lo desse fantasma. Dessa pressão até. Vejam qualquer entrevista que o Bruce tenha dado nos últimos anos e vão rapidamente perceber que o fardo da perda do Andy está lá presente. Sonante. Pesado. Esse fardo não vai desaparecer. Nunca. Eu não perdi nenhum irmão mas já perdi pessoas. O desaparecimento anda connosco para sempre, à esquina de qualquer distracção. Há que aceitar isso. Fazer o luto e não tentar tapar o vazio com trivialidades.

Não me quero meter na sua intimidade mas parece-me que o Bruce tem de aceitar esse vazio. E aceitar que o seu tempo passou. Deixar o wildcard do Pipe Masters para alguém que de facto o mereça seria uma boa forma de o começar a fazer. De o começarmos a fazer.

Bruce Irons em tempos mais felizes. Aqui, a caminho da sua primeira e única vitória no World Tour. Foto: WSL/Kirstin

21/11/2015

A razão pela qual ficámos

  Eu nem acredito que vou escrever isto mas bom, aqui vai. Todos sabemos a razão pela qual ficámos no surf. Não importa se começámos porque os nossos amigos nos convenceram, se foi por causa de uma série de televisão ou se porque alguém na família já o fazia. Não importa. O motivo pelo qual ficámos, e quando falo de nós refiro-me aos surfistas à séria (seja lá o que isto significar), é o quanto nos divertimos no surf. As gargalhadas, as manobras, os wipeouts, enfim, aquilo que vos faz rir, sorrir, pensar, quando estamos em modo de surf. A ir para a água, já dentro dela ou fora. No carro, num barco, no autocarro da rodoviária ou no comboio. Sozinhos ou acompanhados. Surfar é muito, muito divertido. O que me leva à pergunta: desde quando é que ficámos tão sérios? E desde quando é que a seriedade (leia-se competição e os seus modelos) implica que não se mostre quão divertido é estar em pé num bocado de esferovite? Eu adoro a WSL. Adoro as revistas e as marcas, os surfistas e os shapers. Adoro tudo o que criaram e o facto de terem levado - e levarem - o surf até mim todos os dias. Pelo que me questiono qual a razão que vos leva e nos leva (enquanto membro do meio do surf, tenho responsabilidade) a mostrar tão poucas vezes quão divertido o surf é? É o dinheiro? As acções na bolsa? A nova colecção que saiu da fábrica cheia de defeitos? Porque é que têm de ser tão sérios a toda a hora? Um profissional não se diverte? 

  Obrigado à Rip Curl por recordar esse lado que tão poucas vezes se vê. Sim, é super divertido apanhar ondas perfeitas na Indonésia numa prancha nunca antes usada, mas quando cheguei à praia e o meu amigo se esbardalhou de fronha a correr na areia, eu juro que achei que me ia ficar ali de tanto rir. Também foi divertido. Também é surf. E acontece a todos. Até ao Mick Fanning.

 

14/11/2015

Assim é que é

Isto dá-vos pica ou não? Querem ver estas provas ou não? Não estão logo à partida entusiasmados? Fuck yeah! Assim é que é!

Até a as entrevistas estão mais entusiasmantes! As declarações do John John! Isto é que é o surf! Assim é que se faz uma coisa entusiasmante! Assim é que se vende este produto! Vamos! Para a frente, camaradas! I AM SURFING!

FOX SPORTS: HURLEY PRO STARRING JOHN JOHN FLORENCE from Luke Farquhar on Vimeo.

FOX SPORTS: I AM SURFING from Luke Farquhar on Vimeo.

08/11/2015

Apito final (isto não é um resumo)

Já lá vai mais de uma semana desde que o árbitro da WSL apitou o fim do Moche Rip Curl Pro Portugal. Eu vi a final, em casa ou na rua, já nem me recordo. Mas acho que não a vi toda em directo, na verdade. E nem sei porquê. 

Esperem, acabei de me lembrar que não vi em directo nem o 10 do Filipe Toledo nem o aéreo do Ítalo. Mas já falamos do Ítalo.

Voltando um bom bocado atrás. No penúltimo dia de competição, terça-feira, o placard marcava 6-7, vantagem para o Oeste. Pois que o Moche Rip Curl Pro Portugal só voltou à água na sexta-feira pelo que... 8-7? Ainda não sei onde prefiro ver o campeonato, mas sei que quando há muitos lay days, prefiro estar pelo sofá ou num lineup mais vazio que os de Peniche.

Sexta-feira. Último dia de prova anunciado de repente. Frederico Morais e Vasco Ribeiro ainda em prova. Tudo pode acontecer. Estou entusiasmado. O que é que eles vão fazer?! A praia, um estádio. O trabalho, um trabalho. Os colegas, trabalhando. A malta do campeonato, vendo o campeonato. 8-8 para Peniche. Aquela malta vale muitos pontos.

O Frederico perdeu nos quartos-de-final. F*dasse... 9-8.

Mas o Vasco chegou às meias-finais, F*DASSE! 9-9.

Abramos parêntesis. (

Perguntem a dez pessoas de nacionalidades diferentes (atenção aos aussies, aussies, aussies...) e garanto que terão outras tantas opiniões sobre a carreira do evento português ao longo dos tempos. Os argumentos revolverão maioritariamente na imprevisibilidade do evento. Um evento que não coroa um campeão mundial (apesar de isso estar sempre na calha) e que não facilita a vida ao ponta-de-lança. Um evento que baralha as contas e que manda o espectáculo para onde deve estar, no Havaí. Um eventos dos underdogs. Um evento que só num ano teve ondas perfeitas. Um evento que tem ondas de QS e que reduz as chances dos bons ganharem a coisa. Um evento mediano.

Sabem o que é curioso? Eu digo-vos. É que os que amam ou odeiam a prova de Peniche, têm os mesmos argumentos. É tudo uma questão de como se olha para o copo. Um exemplo:

Estava entre amigos no outro dia. Um deles não gosta do evento português, apesar de gostar de o ter cá. Ele diz que o evento de Peniche não tem ondas boas com regularidade e que não favorece os favoritos. Um outro amigo, pegou neste argumento. "Campeonatos de ondas perfeitas é o normal no Tour e Peniche também já os teve! Mas quantas oportunidades tens de ver os teus surfistas preferidos em ondas banais? No teu país? E não é fixe ver outros ganhar?!".

Opiniões. Copos. Bebe a água e despacha a coisa. Garanto que quando não houver água para beber, vai haver quem se queixe da sede. 

Mas também haverá quem esteja saciado.

)

Voltemos ao placard.

Chamem-me amargurado ou ressabiado, aceito. Mas ter o Keanu Asing no round 5 e o Brett Simpson nas meias-finais é demasiado para um Diogo só. Não lhes dou sequer a honra de valerem um ponto inteiro. Honestamente, é um ponto que custava ver ao vivo. Antes o Chris Davidson nas meias-finais ou o Kai Otton a levar o caneco. 10-9.

Agora o Ítalo, este, aqui temos um ponto inteirinho e bem dado. Vi-o surfar ao vivo, no ano passado, em Cascais e Ribeira D'Ilhas. Na primeira ocasião, nota para a violência com que atacava as junções do Guincho e os aéreos que aterrava. Na segunda, era só o modafucka que ia ganhar o Mundial Júnior (felizmente que o Vasco o impediu). Não fiquei particularmente impressionado na altura, afinal, não se diz que há muito surfistas bons no WQS?

Um ano depois, a história é outra. O cara, de quem eu pouco esperava, arriscar-se a ser o segundo melhor rookie na história da ASP moderna, atrás apenas do Booby Martinez que foi 5º ou 6º. E a comparação não deixa mal nenhum dos dois. Ambos lutadores, bons nos aéreos, humildes, posição evoluída na prancha e uma falta de complexos que deixa qualquer um boquiaberto. Siga 10-10.

E, apito. Não tenho mais argumentos. Não, a Brazilian Storm ao vivo não é um argumento e o Filipe Toledo também não. Não houve mais comida caseira nem surfadas dignas de pontuar. Já estou habituado à chuva e a verdade é que ela caiu tanto cá como lá. 10-10. Que merda de resultado. Tanta analogia com futebol e nem o resultado faz lembrar os da bola. Só se for os dos interturmas ou lá da empresa.

A verdade é que quem ganha é sempre o raio do copo. E a galinha do vizinho é sempre melhor que a minha. E a relva que a galinácea pisa também é mais verde do outro lado da cerca.

Honestamente, o que é que esperavam? Ou melhor, o que é que eu esperava? Decidir que nunca mais ia a Peniche, quando neste momento ter de esperar um ano (ou mais) para voltar a estar naquelas bancadas me está a dar calafrios? Ou decidir que ficar em Lisboa é a melhor solução, aterrorizado pela memória de dias cinzentos de chuva e sem ondas?

Depois do apito, a campainha.

Falei muito de competição pelo que arranco agora pelos freesurfs. Que foram bons. Que deram boas ondas e boas fotografias, como as que se vêm aqui na Surfer Magazine, capturadas através das lentes do português André Carvalho, e aqui na Surfing Magazine, pelas lentes do Corey Wilson (que foi para dentro de água, o que é sempre curtido de ver).

E sim, todo o Mundo viu que as ondas estavam melhores lá e houve mesmo quem se perguntasse por que razão não foi a prova para aquelas bandas, onde até já foi em anos passados. Há razões e ninguém mais indicado para as explicar que o Francisco Spínola, representante da WSL em Portugal, numa esclarecedora entrevista em duas partes da SURFPortugal. Primeira parte, segunda parte e, em baixo, um excerto daquela.

"(...) É como a questão da aberta, na Lagoa de Óbidos. Estavam todos excitados que a aberta estava com ondas ótimas, diziam que tinham apanhado o melhor surf da vida deles. O Kelly Slater também me disse que apanhou lá das melhores ondas. Tudo bem... então e quantos heats fazemos na aberta? Cheguei lá com o Travis Logie [comissário da WSL] para ver o local e estavam uns closeouts de uma ponta à outra. Aquilo deve ter dado cerca de duas horas de surf. Em duas horas de surf não se faz um WCT. Isto para começar...

Depois, se porventura aquilo desse altas ondas e fosse consistente ao longo do dia para fazer heats e fazer o campeonato, aí sim íamos para a segunda questão: é possível ou não? É possível ir para a Almagreira ou é perigoso por causa das arribas, sendo que este é um evento que coloca 15 a 20 mil pessoas na praia. São este tipo de questões que se têm que levantar. Adorávamos fazer em todo o lado e estar móveis a 100 por cento, mas a realidade é que há questões de natureza técnica e de técnica de surf – uma coisa é apanhar altas ondas quando a maré está a encher duas horas, outra é fazer heats durante oito horas. (...)"

Fico mais uns momentos pela SURFPortugal que, sem surpresa, voltou a ter a melhor (a única?) cobertura do Moche Rip Curl Pro Portugal entre os especialistas. Gostei de várias coisas, nomeadamente desta entrevista ao Filipe Toledo e desta entrevista ao Pinga, treinador do Ítalo Ferreira, do Jadson André e do Caio Ibelli.

Nos generalistas, atenção ao Observador que, obviamente, falou com o coolest mayor on tour e, menos obviamente, falou com Michael e Mason Ho. Já o Expresso foi obviamente atrás do Nuno Jonet que, numa nota pessoal, espero que não se reforme tão cedo. O i foi falar com Chas Smith, personagem menos óbvia quando se trata de WSL mas nem por isso despropositada.

Lá fora, nos especialistas, especial enfoque na Stab. Isto porque se mostraram muito atentos a dois dos mais marcantes momentos do Moche Rip Curl Pro Portugal. A derrota do Mick Fanning e o aéreo do Ítalo Ferreira. Ambos os artigos contam opiniões fortes de pessoas que podem falar pois sabem do que falam. 

E já que falo de um brazzo, se tiverem amigos que não sabem dizer Adriano de Souza, Filipe Toledo ou Ítalo Ferreira, a australiana Monster Children explica.

Fecho Peniche com duas coisas. Uma estimativa de que as ondas portuguesas valem cerca de 400 milhões de euros e a minha resposta a ainda outro conteúdo da SURFPortugal:

É bem possível que seja.

Vai Ítalo! Foto: WSL

Hecho En Cabarita

Já o disse vezes sem conto e volto a dizer as vezes que forem necessárias: este Chippa Wilson é dos surfistas mais técnicos em aéreos do planeta, se não for mesmo o mais técnico. Saibam mais sobre neste vídeo em baixo.

04/11/2015

SAL 2015

Está de volta.
É fixe.
Eu vou.
Tu também devias ir.
Vais?
Vemo-nos lá.
(podem carregar para aumentar as imagens)



02/11/2015

Os rumores eram verdade: Dane sai da Quiksilver, Nyjah deixa a DC Shoes

Os rumores eram verdade: o Dane Reynolds está fora da Quiksilver. Pessoalmente, tal como no caso do Kelly Slater, considero isto uma tragédia, dado que a relação entre as partes era simbiótica e ambos se ajudaram mutuamente ao longo dos 13 anos de relação. Mas enfim, não deu mais, seja por causa dos recentes 30 anos de Reynolds (toda a gente sabe que assim que batemos nos trinta a nossa qualidade começa a cair...) ou por causa daquela história do capítulo 11 e da falência da marca.

À distância, parece-me evidente que o Dane já não vale o seu mais recente contrato (mais de 3 milhões de dólares por ano segunda consta) mas que ainda vale um valor estupendo, valor esse que a marca neste momento não terá tido condições para oferecer. É também esta a opinião do Beach Grit que diz que o homem de Ventura optou por procurar qualquer coisa mais valiosa noutras marcas, nomeadamente, junto da Vans. Veremos pois também já se lêem rumores de RVCA ou até marca própria, ao estilo da antiga Summer Teeth.

Quero acrescentar que este não deve ser um dia feliz no escritório da Quiksilver que, mais do que ninguém (a sério, eles têm acesso aos números!) sabe o valor de Dane. Mas neste momento, não havia como.

Paralelamente, o grupo (a DC Shoes pertence à Quiksilver, inc.) acaba de perder também o norte-americano Nyjah Huston, quem sabe o melhor skater da sua geração e sem dúvida o melhor em competição. Neste caso a pintura está mais esbatida mas diz-se que o valor oferecido pela marca a Huston para a renovação do contrato não foi suficiente para as aspirações do skater que vai agora para....a Nike (nada oficializado ainda). Diga-se que Nyjah, que acaba de lançar uma parte para claramente libertar todas as filmagens que tinha ainda trajado à DC, esteve com esta marca na maior parte da sua ainda jovem carreira.

Porque não sou tipo de carregar só más notícias, quero só dizer que durante o fim‑de‑semana o japonês-americano Kanoa Igarashi derrotou Connor O'Leary na final de um evento 6000 do WQS no Brasil. Kanoa fica assim praticamente garantido no World Tour em 2016 e O'Leary está à distância de um bom resultado. O que é que isto importa para a marca da Montanha e Onda? Ambos fazem parte da sua equipa...que só tem Jeremy Flores, Wiggoly Dantes e Matt Banting (lesionado) na elite do surf mundial.

Em baixo, um jovem Dane.

Olha só que bela ideia

5 anos depois, a Stab agradece ao Andy Irons por tudo o que fez em Thank You, Andy. Um vídeo que não dá para perder.

Thank You, Andy. from STAB on Vimeo.