31/05/2011

Vasco Ribeiro, vice-campeão mundial sub 18 da ISA

Resultado igual ao do Tiago Pires, no mesmo campeonato, em 1998. Mesmo futuro? Ou melhor ainda? Pior não é uma opção.

27/05/2011

Cash for tricks: eu fazia um tour disto.

Eu não sou dos tempos dos air shows ou air exibithions. Sou do tempo das expressions sessions (das quais gosto) e do Boost Mobile Pro (do qual também gosto). Também sou do tempo do muito recente Nike 6.0 Cash For Tricks (e também gosto deste).

Malta na água, objectivo é fazer truques, quanto melhores mais avançam e por aí adiante até se chegar a um vencedor. Várias etapas por todo o Mundo. Paralelo ao World Tour e dentro da ASP, os top 5 de cada etapa qualificar-se-ia para uma grande final onde o vencedor desta seria o grande campeão. Os convidados seriam entre competidores e freesurfers, tanto o Jordy Smith como o Clay Marzo, o Kerrazy e o Chippa.Não gostariam de ver? E estes até podiam ser em beachbreaks medianos como NY, Rio, San Fran, Peniche! Ou seja, davam o tal retorno que se procura agora no World Tour.

Imagine-se.

Um verdadeiro Dream Tour (The best surfers in the best waves in the best conditions) com 10 etapas: Austrália, Indonésia, J-Bay, Hawaii, Tahiti, etc etc.

Depois, um Air Tour, um tour com 6 etapas, beachbreaks para as massas e para mediatização do desporto, ou seja, Rio, NY, Peniche, Trestles, San Fran, França por aí adiante.

E isto era o que se veria:


Cash For Tricks 2011 // Sopelana, Spain from Nike 6.0 on Vimeo.

Quem está comigo por um Tour assim?

22/05/2011

"BRING G-LAND BACK!!!"

HAHAHHAHAHAHHAHAHAHHAAHHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHAHHAAHHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHAHHAAHHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHAHHAAHHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHAHHAAHHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHAHHAAHHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHAHHAAHHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHAHHAAHHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHAHHAAHHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHAHHAAHHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHAHHAAHHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHAHHAAHHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHAHHAAHHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHAHHAAHHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHAHHAAHHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAH.

A ASP tem muita piada. Mas a sério, tem mesmo. Depois de lançarem uma bomba como a do post em baixo, lançam esta notícia na sua homepage, pedindo aos fãs do surf profissional para trazerem G-Land de volta ao circuito pois, segundo a ASP, é perfeitamente possível que encaixem, antes de J-Bay por meados de Julho, uma etapa do World Tour em G-Land! Não me tomem por cínico, isto são óptimas notícias, eu adoro G-Land e enquanto goofy-footer gostava bastante de ver mais uma esquerda no Tour e ver os melhores do Mundo a partir a loiça nela. Mas não deixa de ser engraçado o timing. Logo depois da bomba da explicação do heat Owen vs Adriano, lançam isto. É estilo "comes os bróculos mas depois tens batatas fritas". Será que isto já sou eu a fazer teorias da conspiração ou isto é mesmo possível? A mim parece-me que sim, é possível, na medida em que ao sugerirem isto, significa que há uma excelente hipótese de já estar tudo organizado para o Tour ir de facto até G-Land, o que significaria que esta notícia é uma mera distracção para a tal explicação da polémica bateria.

Seja como for (não é bem assim mas enfim..), venha G-land!!!! 

Atenção, a fotografia em baixo não é G-land mas sim Teahupoo.

Owen vs Adriano: o ponto de vista da ASP.

Isto parece-me desculpas de quem vez asneira e sabe disso. Isto é o comentário do painel de juízes da ASP ao resultado do heat dos quartos-de-final do Billabong Rio entre Adriano de Souza e Owen Wright e a respectiva justificação do critério utilizado ao longo de todo o evento.

A meu ver, isto é particularmente estúpido: "Both of Owen’s airs were good maneuvers (they are also the bread and butter for nearly every surfer on tour these)(...)". Eu tenho a certeza que um floater também é "bread and butter".

O facto de a ASP ter feito este comunicado, prova que o resultado é mais que suspeito. Eles deviam era ter ficado calados, como no passado ficaram, ficando este heat para a História como apenas mais um heat em que o resultado é suspeito. Ao fazerem este comunicado deram-lhe toda uma nova importância e abriram um precedente. Será que agora vão passar a fazer um comunicado para cade decisão duvidosa?

E gostava, muito, de saber a opinião dos dois juízes que acharam que a nota do Owen era suficiente para passar o heat.
 
Seja como for, suponho que isto encerre o assunto. Extraído daqui.

"The final day was filled with a number of dramatic heats and finishes, perhaps none more so that the Quarterfinal match between De Souza and Wright. This Quarterfinal bout has become the central topic of subsequent discussion between media, fans and surfers, and the ASP International Judging Panel has been gracious enough to look back and provide their expert perspective on the heat:

First off, let’s review the current judging criteria from ASP International, specifically the part that discusses commitment and degree of difficulty:

Surfers must perform to the ASP Judging Key Concepts to maximize their scoring potential.

Judges analyze the following major concepts when scoring waves:
-    Commitment and Degree of Difficulty
-    Innovative and Progressive Maneuvers
-    Combination of Major Maneuvers
-    Variety of Maneuvers
-    Speed, Power and Flow


It is important to note that the emphasis on certain concepts is contingent upon the location and the conditions on the day, as well as changes of conditions during the day.

Now, Adriano’s final wave was a lot bigger than what was shown online as the camera missed the bottom half of the wave – this makes any subsequent analysis of the heat nearly impossible when utilizing only the Heats on Demand version. When De Souza lands you can see the size of the whitewash behind him and the amount of distance that he covered during the floater, how critical the section was and how difficult it would have been to land would not have been entirely visible on the webcast, and is not representation in the Heats on Demand.

The part of the sandbar that De Souza executed the maneuver was waist-deep, hence the critical section. The waves on the final day were two-to-three-maneuver waves. The surfers could take the smaller ones that would run a bit further, but were a lot softer and easier waves to ride, or they could take the set waves which were a lot shorter but also a lot harder to ride. Owen’s rides in the Quarterfinal heat were on the smaller waves that offered more room but less punch. During the final day, many single-turn waves received scores that would not normally be that high, but as the waves only allowed for two-to-three turns, we had adjusted the scale. It’s important to note that there is nothing in the criteria that says surfers must complete multiple turns. We’re in the business of surfers going big and that’s what we’ve been seeing in the last 18 months.

The vision also fails to truly reflect the speed of the waves. The set waves flew down the bank while the smaller ones ran off a lot slower. The camera angle often failed to truly reflect the surfing being done at the time, as well as the depth of the wave, where the surfer took the wave in relation to the bank and how critical the sections are.

Our job as the judging panel is to score the surfers that are pushing the criteria to the limit. Both of Owen’s airs were good maneuvers (they are also the bread and butter for nearly every surfer on tour these), but executed on the easy sections of the waves. Where as Adriano’s floater was done on such a critical part of the wave. I would probably add that if Owen’s first turns on both scoring waves were bigger or more critical, then both waves would have been scored higher.

I pose the question, would you, as a fan of top-level surfing, prefer the surfers to do a good turn on a small easy wave or a good turn on a wave that is going flat-out with a heaving, unforgiving closeout section?

It was absolutely a close heat, but we have close heats every day as we are dealing with the best surfers in the world.

Full disclosure: the ASP International Media Department is looking into improving the current Heats on Demand (HOD) product that the events currently provide. The current Heats on Demand product consistently mis-tags waves with incorrect scores, fails to show completed rides and to provide an accurate representation of what is actually occurring during the event. We appreciate the feedback from our fans and are looking into remedying the issue as soon as possible.
"

Oh Dane, as saudades que tenho de ti..

..por favor volta.

21/05/2011

Kerrazy Kronicles, agora disponível para download grátis!



Não, a Rusty não me vai dar nada por fazer este post. Achei que o deveria dizer aqui porque é um filme bem porreirinho, de orçamento reduzido, com bom surf e agora, disponível para download grátis E legal. Não era bom que fossem todos assim? Ouviste Taylor Steel de Innersection? Kai Neville, ouviste?

É só irem a www.rusty.com e sacarem.

Impressões do Billabong Rio Pro

E porque demorei demasiado tempo depois de Bells para publicar as minhas impressões, vou desde já deixar as sobre o Billabong Rio Pro, até porque foi um evento...estranho. Vamos a isto:

- Péssimo trabalho dos juízes que, por exemplo e como apontou muito bem Owen Wright depois de perder nos quartos-de-final, estavam a premiar mais um floater que um aéreo. Sem dúvida que os floaters estavam a ser críticos e são manobras que envolvem muito "commitment" mas...estamos quê, nos anos 80? Acho absolutamente impensável o Adam Melling ter tido um 9 muito graças a um floater. Acho impensável o Adriano ter tido um 8.23 numa onda de apenas um floater, por muito crítico e arriscado que este tenha sido. Resumindo, os juízes viram-se aos papéis neste evento para atinar com o critério de julgamento e, sinceramente, acho que vamos voltar a ver este tipo de situações em eventos similares, ou seja, NY, San Fran e Peniche.

- Eu sei que vários seguidores deste blogue são brasileiros e espero que entendam que isto não é um ataque "pessoal", um capricho ou uma perseguição. Na minha opinião, o Adriano de Souza foi levado até topo do pódio. Sim, os brasileiros foram, ao longo de vários e múltiplos eventos, muito penalizados frente aos australianos e americanos. Sim, o heat do Quiksilver Pro Gold Coast foi suspeito. Mas este evento, esta vitória, foi quase ultrajante. Foi claramente a necessidade de dar uma vitória brasileira aos milhares de brasileiros que se deslocaram até ao Arpoador e Barra. E nem era necessária visto que a torcida brasileira, mesmo preferindo, claro, os surfistas brasileiros, é daquelas que apoia todos.

- Depois de dizer isto em cima, é preciso acrescentar que não tenho nada contra o Adriano, ele falou-me sempre bem e embora não seja dos meus surfistas preferidos, foi, até à chegada este ano do Alejo, o meu surfista brasileiro preferido no Tour. Foi muito comovente ver como se emocionou por ter ganho este evento.

- Sobre o Saca, não estou desiludido. A verdade é que neste tipo de condições de mar era exactamente de um resultado destes que estava à espera. Nem sequer o pus na minha equipa do Fantasy Surfer. É para melhor, okay Saca?

- Foi muito engraçado ver o Bede e o Owen a mandar recados e queixar-se da ASP nas entrevistas rápidas, pós-derrota. São dois dos surfistas que melhor se costumam comportar, sempre dentro do politicamente correcto.  Quão injustiçados não se terão sentido, para falarem como falaram? E até que ponto não têm razão?

- É bom ver que o Bobby Martinez está a subir de forma. E até acho que mudei a minha opinião sobre ele, acho que ele precisa de não ter patrocinador para não se acomodar e assim, lutar mais.

- Três eventos, três vencedores diferentes. O ex-Dream Tour parte agora para Jeffrey's Bay, terra normalmente dominada por Slater, Parko, Taj e Mick mas onde Jordy brilhou o ano passado. Teremos um quatro vencedor?

- Três dos seis eventos mais valiosos da temporada - World Tour e Primes - foram vencidos por surfistas brasileiros (Alejo - Noronha, Pupo - Lowers, Mineiro - Rio). É uma nova ordem mundial.

-  Gostava muito que o circuito recuperasse aquele lema do "The best surfers in the best waves in the world". Mesmo que isso implicasse perder a etapa do World Tour em Portugal. Apesar deste meu desejo, temo que o circuito se afaste cada vez mais disso e, ao invés, se aproxime de um pseudo-equilíbrio entre Dream Tour e Money Tour.

Acho que é tudo. Se me lembrar de mais coisas, acrescenta-las-ei. Digam de vossa justiça, estou aqui para o debate.

20/05/2011

Adriano de Souza vence o Billabong Rio Pro e assume a liderança do ranking!

Taj em segundo lugar (e 2º), Slater em 13º (e 3º), Saca em último (e 9º).


Billabong Rio Pro Final:
1 – Adriano de Souza (BRA) 15.63
2 – Taj Burrow (AUS) 12.17

Billabong Rio Pro Semifinals Results:
SF 1: Taj Burrow (AUS) 16.27 def. Jeremy Flores (FRA) 10.50
SF 2: Adriano de Souza (BRA) 9.00 def. Bede Durbidge (AUS) 8.40

Billabong Rio Pro Quarterfinals Results:
QF 1: Taj Burrow (AUS) 16.26 def. Bobby Martinez (USA) 14.43
QF 2: Jeremy Flores (FRA) 15.60 def. Joel Parkinson (AUS) 12.17
QF 3: Bede Durbidge (AUS) 16.03 def. Josh Kerr (AUS) 6.27
QF 4: Adriano de Souza (BRA) 14.23 def. Owen Wright (AUS) 14.10

Billabong Rio Pro Round 5 Results:
Heat 1: Bobby Martinez (USA) 14.60 def. Damien Hobgood (USA) 12.63
Heat 2: Jeremy Flores (FRA) 12.60 def. Dan Ross (AUS) 11.63
Heat 3: Bede Durbidge (AUS) 13.43 def. Raoni Monteiro (BRA) 12.67
Heat 4: Adriano de Souza (BRA) 10.73 def. Michel Bourez (PYF) 7.90

Top 10 on the ASP World Title Series After the Billabong Rio Pro:
1. Adriano de Souza (BRA) 20,500
2. Joel Parkinson (AUS) 19,200
3. Kelly Slater (USA) 16,950
4.Taj Burrow (AUS) 16,500
5. Jordy Smith (ZAF) 14,750
6. Owen Wright (AUS) 12,150
7. Michel Bourez (PYF) 12,000
8. Mick Fanning (AUS) 11,500
9. Bede Durbidge (AUS) 11,000
9. Tiago Pires (PRT) 11,000


Fonte:http://www.aspworldtour.com/2011/05/20/adriano-de-souza-wins-billabong-rio-pro-leads-asp-world-title-race-2/

16/05/2011

Custa sempre perder...mas a Steph vai voltar.

Neste vídeo, vemos a australiana actual  4x campeã do Mundo Stephanie Gilmore a emocionar-se na entrevista pós-derrota nas meias finais contra Sally Fitzgibbons. Ao não chegar à final, Stpeh perdeu hipótese de se sagrar campeã do Mundo pela quinta vez consecutiva e é por isso que se emociona na entrevista com GT. É de ter pena da surfista...mas é assim a vida de um atleta. Ainda assim, este ano, a culpa deste "mau momento" (afinal ela está em 4º no Mundo!), não é dela. É preciso relembrar que Steph teve um inicio de ano atribulado (ver link), fruto de ter sido atacada por um bandido à porta de casa, ataque este que a lesionou, tendo ela voltado a surfar pela primeira vez no ano, minutos antes da sua bateria no Roxy Pro Gold Coast, primeiro evento do ano do WWT. Ou seja, não teve tempo para surfar fora da época, testar pranchas, habituar-se ao novo patrocinador...todas essas coisas. Um ano difícil para Steph mas de certeza que estará de volta para o ano.

Carissa vence o Billabong Rio Pro e vai ser a nova campeã do Mundo!

...a não ser que a Sally a impeça. Quem já está fora da corrida, é Steph Gilmore que assim falha a oportunidade de se sagrar cinco vezes campeã do mundo consecutiva.


Billabong Rio Pro Final Results:
1 - Carissa Moore (HAW) 14.87
2 - Sally Fitzgibbons (AUS) 13.80
Billabong Rio Pro Semifinals Results:
SF 1: Carissa Moore (HAW) 13.67 def. Silvana Lima (BRA) 10.33
SF 2: Sally Fitzgibbons (AUS) 13.16 def. Stephanie Gilmore (AUS) 9.23

Billabong Rio Pro Quarterfinals Results:
QF 1: Silvana Lima (BRA) 13.63 def. Tyler Wright (AUS) 12.27
QF 2: Carissa Moore (HAW) 11.50 def. Courtney Conlogue (USA) 9.93
QF 3: Sally Fitzgibbons (AUS) 12.44 def. Pauline Ado (FRA) 10.97
QF 4: Stephanie Gilmore (AUS) 15.10 def. Laura Enever (AUS) 9.57

Billabong Rio Pro Women's Round 4 Results:
Heat 1: Silvana Lima (BRA) 14.33 def. Paige Hareb (NZL) 9.30
Heat 2: Courtney Conlogue (USA) 15.63 def. Alana Blanchard (HAW) 10.14
Heat 3: Pauline Ado (FRA) 12.40 def. Coco Ho (HAW) 11.03
Heat 4: Stephanie Gilmore (AUS) 13.84 def. Sofia Mulanovich (PER) 9.24

Billabong Rio Pro Women's Round 3 Results:
Heat 1: Tyler Wright (AUS) 12.50, Silvana Lima (BRA) 7.14, Alana Blanchard (HAW) 1.97
Heat 2: Carissa Moore (HAW) 11.83, Courtney Conlogue (USA) 11.26, Paige Hareb (NZL) 4.66
Heat 3: Sally Fitzgibbons (AUS) 13.17, Pauline Ado (FRA) 10.73, Sofia Mulanovich (PER) 8.00
Heat 4: Laura Enever (AUS) 11.66, Stephanie Gilmore (AUS) 9.00, Coco Ho (HAW) 9.00

Billabong Rio Pro Women's Round 2 Results:
Heat 1: Laura Enever (AUS) 14.40 def. Claire Bevilacqua (AUS) 12.60
Heat 2: Pauline Ado (FRA) 11.03 def. Felicity Palmateer (AUS) 8.00
Heat 3: Coco Ho (HAW) 14.94 def. Maya Gabeira (BRA) 4.17
Heat 4: Courtney Conlogue (USA) 13.44 def. Andrea Lopes (BRA) 8.17
Heat 5: Paige Hareb (NZL) 10.33 def. Suelen Naraisa (BRA) 5.96
Heat 6: Alana Blanchard (HAW) 13.10 def. Jessi Miley-Dyer (AUS) 8.7

Billabong Rio Pro Women's Round 1 Results:
Heat 1: Tyler Wright (AUS) 14.27, Courtney Conlogue (USA) 10.17, Claire Bevilacqua (AUS) 4.70
Heat 2: Silvana Lima (BRA) 12.50, Paige Hareb (NZL) 11.50, Felicity Palmateer (AUS) 9.47
Heat 3: Carissa Moore (HAW) 8.30, Jessi Miley-Dyer (AUS) 5.00, Maya Gabriera (BRA) 3.56
Heat 4: Sally Fitzgibbons (AUS), 13.84, Laura Enever (AUS) 11.07, Andrea Lopez (BRA) 9.23
Heat 5: Stephanie Gilmore (AUS) 12.16, Pauline Ado (FRA) 8.43, Suelen Naraisa (BRA) 7.17
Heat 6: Sofia Mulanovich (PER) 12.83, Coco Ho (HAW) 10.87, Alana Blanchard (HAW) 9.30

ASP Women's World Title Top 5 (After Billabong Rio Pro):
1. Carissa Moore (HAW) 47,000 pts
2. Sally Fitzgibbons (AUS) 41,650 pts
3. Tyler Wright (AUS) 30,620 pts
4. Stephanie Gilmore (AUS) 29,350 pts
5. Silvana Lima (BRA) 27,920 pts

14/05/2011

A minha aposta para o Billabong Rio Pro

É esta (extraída do site da SURFPortugal, onde toda a equipa fez as suas apostas):

"Vamos manter as coisas simples desta vez. Favorito à vitória, aposta num dos seguintes, Kelly, Taj ou Mineiro. Kelly é Kelly, Taj anda muito em beachbreak e é quem mais vitórias tem no Brasil e o Mineiro está a surfar muito e conta com o facto casa. "One to watch/O surfista que pode surpreender", não me espantava que ou o Alejo Muniz ou o Julian Wilson alcançassem aqui as meias-finais. Cuidado, também, com o Bourez e o Owen. Quanto ao Saca, espero, novamente e no mínimo, um 9º lugar. Nas míudas, não me espantava que desse Tyler Wright ou até Laura Enever, sendo que a favorita continua a ser a Carissa ou a Steph e a Sally não se dá tão bem quanto elas neste tipo de mar."

13/05/2011

Isto é um orgulho pá!

Para quem está mais distraído, é o José Ferreira na homepage da ASP.

"Blogger, temos um problema!"

Bom, o Blogger, que aloja este blog, esteve em manutenção na quarta-feira passada. Esperava-se que ficasse tudo bem (eu nem tinha queixas!) mas acabou foi por ficar tudo mal e o Blogger, "acidentalmente", apagou os posts dos últimos três dias. E agora tenho queixas. Mas enfim, "water under the bridge" e vou recuperar, de tudo o perdido, a única coisa que verdadeiramente o merece:

O maior aéreo ally-oop de sempre, feito por Kelly Slater. não pelo Jordy, Dane ou Julian, Medina, Jádson ou Kolohe, Dusty, Bruce ou Josh. Slater.

Avé mestre!

10/05/2011

Cheira-me a coisa boa..

...outra vez. Sou o maior fã deste tipo de eventos. Até defendo que devia existir um circuito mundial nestes moldes, um circuito que seria feito à medida para surfistas como Chippa, Josh Kerr, Jay Davies, Craig Anderson, essa malta dos aéreos. Porque não? Imaginem isto...em Trestles. Em  Canggu. Não era muito, muito interessante?

Vai começar!


Gosto especialmente do heat 1, 3, 6 e 12. Estou, também, curioso por ver a Maya Gabeira competir nestas condições de mar. Será que ela sabe surfar onda pequena? E se estiver grande, será que ganha?

BILLABONG RIO PRO ROUND 1 MATCH-UPS:
Heat 1: 
Owen Wright (AUS), Heitor Alves (BRA), Bobby Martinez (USA)
Heat 2: Adrian Buchan (AUS), Adam Melling (AUS), Kai Otton (AUS)
Heat 3: Taj Burrow (AUS), Alejo Muniz (BRA), TBA
Heat 4: Mick Fanning (AUS), Dusty Payne (HAW), TBA
Heat 5: Jordy Smith (ZAF), Patrick Gudauskas (USA), TBA
Heat 6: Kelly Slater (USA), Julian Wilson (AUS), TBA
Heat 7: Bede Durbidge (AUS), Jadson Andre (BRA), Gabe Kling (USA)
Heat 8: Jeremy Flores (FRA), C.J. Hobgood (USA), Josh Kerr (AUS)
Heat 9: Damien Hobgood (USA), Tiago Pires (PRT), Raoni Monteiro (BRA)
Heat 10: Michel Bourez (PYF), Chris Davidson (AUS), Cory Lopez (USA)
Heat 11: Adriano de Souza (BRA), Kieren Perrow (AUS), Daniel Ross (AUS)
Heat 12: Joel Parkinson (AUS), Matt Wilkinson (AUS), Taylor Knox (USA)
BILLABONG WOMEN’S RIO PRO ROUND 1 MATCH-UPS:
Heat 1: 
Tyler Wright (AUS), Courtney Conlogue (BRA), Claire Bevilacqua (AUS)
Heat 2: Silvana Lima (BRA), Paige Hareb (NZL), Felicity Palmateer (AUS)
Heat 3: Carissa Moore (HAW), Jessi Miley-Dyer (AUS), Maya Gabeira (BRA)
Heat 4: Sally Fitzgibbons (AUS), Laura Enever (AUS), Andrea Lopes (BRA)
Heat 5: Stepahnie Gilmore (AUS), Pauline Ado (FRA), Suelen Naraisa (BRA)
Heat 6: Coco Ho (HAW), Sofia Mulanovich (PER), Alana Blanchard (HAW)

Amanhã é Rio!


Intentio

Este filme vai ser dos bons. E não deixa de ser interessante o facto do realizador, Loic Wirth, ser brasileiro e trabalhar com alguns nomes como Craig Anderson e Chippa Wilson. Já se esperava que trabalhasse com brasileiros, agora com estes...não. Mas é bom de ver, claro. Fiquem com o trailer.

08/05/2011

Após o fim do Quiksilver Pro Gold Coast em Snappers...

...escrevi isto sobre o Jordy. Acabou por não ser publicado, por motivos de espaço, mas teve uma boa recepção na redacção.. Concordam com isto? Eu continuo a manter a minha opinião.

"Jordy precisa de amadurecer. Será que quer ganhar ou quer brincar constantemente com a roleta russa da onda apanhada no último minuto da bateria? A companhia e treino de Shane Beschen poderá ser benéfica para ele MAS (e este é um grande mas) Beschen terminou sempre em segundo para Slater. Infelizmente não pode contratar Andy Irons para seu treinador, Andy terminou, no prime de Slater (onde ele parece ter regressado..ou nunca saído?), em 1º. Se calhar seria preferível Jordy traçar o seu próprio caminho, um que esteja fundado em ambição de vencer a todo o custo e que se alimente disso. É ele que tem de vencer, não ele E Beschen."

06/05/2011

Aéreo reverse de frontside com grab em stale fish

Quando o surfista vai de frontside e enquanto roda em reverse, agarra a prancha com o braço de trás junto ao calcanhar mais perto do deck/tail da prancha. Mais difícil de fazer do que explicar. Saibam mais aqui e neste excelente artigo da revista australiana Tracks.

Prova A:


Prova B, no minuto 2:24:

O que é para ti o surf?

Eu tenho problemas em exteriorizar o que o surf é para mim. Quando o tento pôr em texto escrito, coisa que tento fazer frequentemente, ou sai uma zurrapa esquisita de sentimentos, emoções e sensações ou sai uma omelete de clichés. Alguns de vocês, mais experientes, dir-me-ão: "Não precisas de reflectir sobre as coisas para as poderes apreciar". Outros, mais jovens e sedentos de adrenalina, dirão "Mas de que raio está ele a falar?". Pois bem, nem quanto a isso me sei posicionar.  Ainda assim e como para mim o surf tem a vertente da partilha (sim, isso sei), desafio os leitores deste blog, meus caros companheiros de ondas, a me dizerem o que é para vocês a experiência de entrar dentro de água e deslizar nas ondas com uma prancha, numa de me ajudarem a explicar o que sinto mas não consigo exteriorizar. Alinham?

Dizem eles que isto é..

..."Small Snappers". Para mim, é mais do que surfaria, ou seja, longe de "small". Só aquele drop-elevador é assustador. Sem esquecer o crowd, claro.

02/05/2011

E por isto é que o Saca é cá da malta..

TMN Pro no Porto (carago!) parte 2

Tenho algumas coisas a dizer sobre este campeonato. Vamos a isso? Vamos pois.

- o nível de surf subiu e muito. E faltaram alguns dos principais nomes do circuito, como o Frederico "Kikas" Morais, o David Luís, Nuno Silva e o João Antunes. Logo desde o round 2 (oitavos de final), acontecem alguns heats interessantes e com nível, com potencial para "upsets" - que foi o que aconteceu com a derrota do Campeão Nacional de 2009, João Guedes. Não deixa de ser interessante, também, salientar o atrevimento (positivo) de alguns jovens atletas (e quando digo jovens, é dos 15 anos para baixo), em entrar nesta etapa Open e chegar longe - o João Kopke, 15 anos, chegou às meias.

- Webcast em todas as etapas da Liga MEO Prosurf! Em todas as 6 etapas! E a dar no MEO, na televisão! No nosso circuito nacional! Há etapas ASP de grau alto que nem isso têm! É certo que o webcast teve alguns variados problemas mas daqui para a frente é sempre a melhorar. (E foi para mim uma honra ser convidado para me juntar ao webcast da Liga para todas as outras etapas!).

- Estrutura. Só quem lá esteve pode dizer quão boa era...e era mesmo muito boa. Quase ao nível da etapa do WT em Peniche. Ah pois.

- Grande campeonato por parte do Nicolau Von Rupp que claramente estava com a estrelinha de vencedor desde o ínicio, conseguindo neste TMN Pro a vitória, a melhor onda masculina e o melhor score combinado masculino. A isto é que se chama domínio. Nic que me confessou: "F***sse, não ganhava nada há tanto tempo, estou mesmo contente!". A Carina, vencedora feminina, manteve-se discreta nas primeiras rondas e explodiu na final com algum do melhor surf feminino que já se viu aqui em Portugal. Justin Mujica, surfista que ficou em 2º lugar, continua a provar, aos trinta e poucos anos, que é um dos melhores surfistas europeus e que com um pouco mais de dedicação no início da sua carreira podia ter chegado longe - e ainda pode lá chegar.

- Pena as ondas não terem colaborado em todas as baterias e que tenha estado mau tempo durante uma boa parte da competição.

Na minha opinião, um campeonato bem sucedido.

E é assim que se ganha um campeonato..

Fazendo as curvas de rail mais bonitas, os "hacks" mais poderosos, estando confiante e tendo a estrelinha da sorte. Será que isto vai durar? Será que o Parko vai conseguir manter este nível e estar tão superior em relação aos seus adversários em ondas de um metro e beachbreak no Brasil e NY? E nas ondas tubulares de Teahupoo e, possivelmente, San Francisco, França e Portugal? Será este o ano? O que vos parece?

A nova ASP explicada (outra vez)