03/02/2011

SURFPortugal ao Surftotal

Um boa entrevista, com boas respostas, ao director da SurfPortugal, João Valente, sobre o passado, presente e futuro do surf em Portugal no geral e da revista no particular. Recomendo, obviamente, a sua leitura no seguinte link da Surftotal, aqui.

"ST: Como consideras a linha editorial da SurfPortugal?  É possível falares um pouco sobre isso, assim como das principais fases da revista desde que surgiu?

 JV: Há muito tempo, li um texto do Steve Hawk, irmão do skatista Tony Hawk, que liderou a maior revolução conceptual da história da Surfer Magazine e o meu editor preferido dessa revista, no qual ele dizia que um bom editor deve sempre procurar o equilíbrio entre aquilo que o leitor quer e aquilo que ele precisa. Na SurfPortugal, essencialmente, é isso que tentamos fazer."

1 comentário:

Anónimo disse...

Excelente entrevista, excelente director. Grafismo arrojado e inovador, sem dúvida a publicação de referência nacional. Mas devo confessar que a revista SurfPortugal não me tem satisfeito nos últimos tempos. Apesar de ser a melhor revista de Surf portuguesa, a realidade é que leio a revista num dia ou dois, o que para uma publicação mensal é mesmo muito pouco conteúdo. Ao contrário da Surfer, que nos tempos áureos durava para lá do mês seguinte.

Para mais, com o acesso a informação online, directa e global, não consigo que o atraso com que a informação publicada nos chega seja suficiente. E não faz eco das várias sensibilidades, face às análises e opiniões que encontramos na web. Os rescaldos dos campeonatos de surf ficam a anos luz do que ocorre após um jogo de futebol, só para exemplificar. A revista parece querer atingir todo o público surfista, desde curiosos a especialistas, de crianças até a públicos mais maduros. Como revista de informação especializada, não me parece que esteja a resultar.

Neste momento, destaco apenas três nomes que apenas pecam pelo tamanho reduzido das suas presenças nas edições mensais da revista: Júlio Adler, Ricardo Bravo e Diogo Alpendre. Ou seja, parabéns.

Nuno Lacerda