12/01/2011

Júlio Adler

Quem segue este blog há algum tempo sabe da minha profunda admiração pelo Júlio Adler. É um dos meus mentores e fonte de inspiração. Se o Júlio fosse o Miyagi, gosto de pensar (talvez com falta de modéstia..) que em certos momentos sou o Daniel-san. Assim sendo, não podia deixar de recomendar um recente post do Surf & Cult sobre o Júlio. Um post chamado "20 Goiabadas" que nos conta, depois de uma bela introdução e intervalado por várias fotografias do Facebook do próprio Julin, vinte factos que o leitor (tu, eu, nós, etc..) pode desconhecer sobre o carioca. Alguns factos talvez até já sabiam, outros não de certeza.  O que interessa é que é um post interessante e que nos permite desvendar um pouco do "motor criativo" do, para mim e para vários, melhor cronista de surf a escrever em língua portuguesa e, seguramente, um dos melhores do mundo.

O mesmo artigo refere ainda uma entrevista que o Júlio deu ao blog Surfe Pensando em Agosto de 2005. Não fosse ela extremamente importante não a referia eu, não é verdade? É verdade pois. Eu nem vou avançar muito no conteúdo da entrevista. Permitam-me a atitude algo paternalista e pedagógica (muito pouco indicada e até perigosa para alguém de 20 anos) de vos pedir para se concentrarem, lerem a entrevista, pensarem sobre ela e interiorizarem os seus pontos fulcrais - por exemplo, a análise destemida e objectiva dos média do surfe brasileiro. Leiam a entrevista, a sério.

Há uma frase no perfil do Facebook do Júlio que me marcou e que resume - e acreditem, não sou nada fã deste tipo de resumos, por vezes exacerbadamente redutores - a forma como entendo o Júlio e aquilo que ele escreve: "Lar doce mar". Afinal não é isso que importa?

É para mim uma grande honra que o Júlio cite este blog como uma das suas, e passo a citar o "20 goiabadas", "principais referências e fontes de informação", ao lado de monstros como o Surfer's Journal, Surfer's Path, Surf Portugal, Drift, Stab, entre vários. Arigatou.

Sem comentários: