22/03/2017

Alex Gray e Anthony Walsh no Alaska

Confesso que não sou muito fã de edits completos em GoPro mas, enfim, vou deixar passar este caso porque as ondas são boas, o Alex Gray e o Anthony Walsh ensinaram pessoas a fazer surf e a dar high fives, apanharam muitos tubos simpáticos e, verdade seja dita, parecem ser dois tipos porreiros. De qualquer forma, recomendo um fast forward de vez em quando.

Update de mercado

Não tenho pica nenhuma para este tipo de post mas tenho de os fazer: são aqueles que vocês, aí desse lado, a ler, mais gostam. É o que diz a estatística! E temos de a respeitar, não é verdade? Vamos lá então.

O atual campeão do Mundo, John John Florence caso não saibam, renovou contrato com a Hurley por mais oito anos, recebendo em troca 30 milhões de dólares. Não sei se este valor contempla a concretização de todos os objetivos propostos ou é o salário base. Seja como, fora, porra que é muita guita. (Fonte)

A WSL perdeu a Samsung... E, ainda não anunciou ninguém para substituir o lugar vago. Contudo, celebrou acordos até agora inexistentes com a Visa e o Facebook. (Fonte e fonte).

A australiana Sally Fitzgibbons saiu da Piping Hot e agora alterna entre ter o nose das suas pranchas em branco ou com o url do seu mais recente projeto, o site e app Train Like Sally. (Fonte).

Ainda nas miúdas, a havaiana Malia Manuel saiu da O'Neill e foi para a Lululemon, que também apoia (apoiou?) a brasileira Maya Gabeira. (Fonte).

O Parker Coffin, irmão do Conner, saiu da Volcom. (Fonte).

Em Portugal, o João de Macedo regressou à Reef. (Fonte).

Já o José Ferreira, vice-campeão nacional (!), nunca teve a prancha tão branca, o que, se me permitem, é algo lastimável. Felizmente, do que já se pôde ver, está com boas pranchas debaixo do pé. Ao menos isso! E está com boa karma na sua área.

Ainda no nosso canto, o nose do Filipe Jervis, que até agora estava ocupado pela Ericeira Surf Shop (ou Surf & Skate, como preferirem), está também vazio. (Fonte).

Também em branco continuam as pranchas dos campeões nacionais (!!!) Pedro e Carol Henrique.

Por último, na prancha do Tiago Pires, já não vejo o logo do MEO ou Moche, mas não sei se isto significa alguma coisa ou não. (Fonte.)

Depois de já alguns anos a olhar para a indústria do surf, confesso que não me lembro de alguma vez ter visto um cenário tão negro ou, melhor dizendo, branco.

Que venham melhores dias!

21/02/2017

Vídeos

Não sei o que se passa no mundo do surf mas, ao contrário do que aconteceu nos últimos dois (três anos?), só em 2017 saiu um número de vídeos de surf de qualidade a que não estou habituado. Ou andei desatento ou...estes são mesmo porreiros.

Digam-me vocês.




Dream Bars from Perry Gershkow on Vimeo.


Portfolio: Basque Country and Beyond with Pacotwo from The Surfer's Journal on Vimeo.